A síndrome piriforme, por mais que não seja uma patologia reincidente, afeta diretamente a região dos glúteos, prejudicando o nervo ciático por conta de uma irritação que é acarretada por uma tensão no músculo piriforme.
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Já o músculo piriforme se localiza na região do quadril, mais precisamente na região do sacro anterior e se estende até o fêmur. A principal função do músculo piriforme é permitir o movimento de rotação do quadril.
Em casos em que existe a síndrome piriforme, o nervo ciático atravessa o músculo piriforme, comprimindo o nervo. Nos indivíduos que não possuem a síndrome, o nervo ciático passa por baixo do músculo ao invés de atravessá-lo.
Esta compressão do nervo impede com que a informação funcional do corpo seja enviada ao sistema nervoso central, e quando bloqueado, o corpo traduz em um quadro doloroso ou até mesmo na limitação de movimentos.
O deslocamento do nervo ciático para dentro do músculo piriforme se dá por conta de traumas sofridos na região dos glúteos ou do quadril, que inflamam e podem desenvolver-se em edemas e gerar espasmos o que causaria a pressão do músculo piriforme sobre o nervo ciático, ocasionando na síndrome piriforme.
Além disso, atividades do dia a dia também pode desencadear o problema, como permanecer muito tempo sentado, especialmente com a postura incorreta. Este hábito pode gerar uma pressão sob o nervo e predispor o paciente a desenvolver a síndrome do piriforme.
Outro aspecto que diz respeito às atividades do paciente está relacionado com a frequência de exercícios. Caso o paciente exercite os glúteos de maneira excessiva, é possível que haja uma compressão do nervo ciático.
A dor, por se originar no músculo piriforme causa diretamente a dor no quadril do paciente e se espalhando para outros membros inferiores do corpo por conta da extensão do nervo ciático.
Com o alastramento da dor, dores na coxa, ao sentar ou deitar e intensidade da dor com movimentos bruscos que podem ocorrer diariamente.
O diagnóstico é feito por meio de relatos do paciente, visto que a dor intensa na região e a limitação de movimentos podem caracterizar a síndrome piriforme. Exames de imagem como o raio-x não auxiliam na detecção de problemas nos nervos, portanto, é preciso da ressonância magnética para que nervos e músculos sejam evidenciados.
Com base nestas informações, assim como a avaliação de um quiropraxista experiente é feita com através de testes clínicos, em que são avaliadas regiões específicas onde a limitação dos movimentos, somados com a dor, dão o diagnóstico final da síndrome.
Em grande parte dos quadros, quando há o diagnóstico incorreto do problema, a síndrome do piriforme pode se tornar um quadro crônico e interferir diretamente na qualidade de vida do paciente.
A síndrome piriforme pode ser tratada com o auxílio da Quiropraxia, visto que as técnicas manuais feitas através dos ajustes permite que a comunicação entre os nervos seja retomada.
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Com a ajuda da Quiropraxia o paciente também consegue obter uma melhor flexibilidade, facilitando os movimentos, tendo em vista que a comunicação com o sistema nervoso foi restabelecida através das técnicas manuais.
Vale destacar que a Quiropraxia utiliza técnicas totalmente naturais e não fazem o uso de medicamentos para tratamento da dor.
Outro aspecto que pode ser trabalhado pelo paciente diz respeito às práticas de boa postura, especialmente durante o dia a dia no trabalho. Manter a postura correta não favorece o tensionamento dos músculos e nervos da coluna, por isso, é sempre importante estar atento.
Sessões de Quiropraxia também auxiliam na prevenção da síndrome do piriforme, uma vez que os ajustes sempre irão manter a coluna harmonizada e livre de problemas que podem surgir ao longo do tempo.
Existem algumas dúvidas que diversos pacientes têm acerca da síndrome do piriforme. Dentre as principais perguntas, estão:
Sim, pode. Caso o paciente não adote hábitos que prezem pela saúde da região, como a boa postura no dia a dia ou a moderação na prática de exercícios para os glúteos, o problema pode voltar.
Não existe um número ideal de sessões necessárias para o tratamento da síndrome do piriforme. Somente o quiropraxista poderá determinar a quantidade ideal para que o problema possa ser tratado de maneira segura e eficaz.
Contudo, a pessoa já sente o alívio dos sintomas logo após a primeira sessão, mas é preciso de uma periodicidade para que resultados mais significativos sejam obtidos.
A coluna sofre com problemas devido à compressão do nervo ciático pelo músculo do piriforme. Dessa maneira, é comum que os pacientes relatem dores na região lombar, além da parte posterior da perna e glúteos.
Através dos ajustes quiropráticos é possível obter uma melhora progressiva do quadro da síndrome do piriforme. Além disso, as técnicas manuais também impactam no bem-estar geral do paciente, reorganizando não só a saúde da coluna, mas de todo o corpo.
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