A disfunção temporomandibular (DTM) é um problema bastante comum entre as pessoas, tendo em vista que acomete cerca de dois milhões de pessoas em todo o país. Aliás, a disfunção pode ser a causa por trás das suas terríveis dores de cabeça, limitação cervical vertigem ou zumbido no ouvido.
+ Enxaqueca crônica associada à DTM
O quadro da disfunção temporomandibular se configura como um conjunto de sintomas ou sinais que atingem articulação mandibular e a musculatura, que está diretamente relacionada com a mastigação do paciente. Essa estrutura está localizada entre o nosso crânio e a mandíbula na região próxima à orelha.
Com a ajuda da Quiropraxia, é possível tratar este problema e controlar os sintomas característicos por esta condição.
Quando ocorre disfunção, esta região pode ser desencadeada por uma série de fatores, desde o ranger dos dentes durante a noite, ao simples hábito de roer as unhas, por exemplo.
Quando há a presença de uma disfuncionalidade nos movimentos dessa região, tanto na articulação em si quanto nos músculos, há a manifestação do quadro de DTM e o paciente acaba sendo acometido por dores de cabeça e igualmente por dor orofacial.
A dor orofacial é uma manifestação muito comum em indivíduos que sofrem com a DTM.
Como tais hábitos orais, o costume de ranger os dentes durante à noite ou de tencioná-los, podem favorecer o surgimento da disfunção. Vale destacar que pacientes que possuem estes hábitos, nem sequer se dão conta quando os realizam, uma vez que é uma ação instintiva, que ocorre em momentos de estresse e ansiedade.
No caso do ranger os dentes à noite, o quadro recebe o nome de síndrome do bruxismo e há tratamento específico que visa diminui o atrito dos dentes e o seu posterior desgaste.
Outras causas que também estão associadas a possível disfunção da ATM, está o hábito de roer as unhas, morder os lábios, ou a mastigação incorreta.
Alterações no posicionamento dos dentes também podem forçar a articulação e os músculos, corroborando para o surgimento da DTM.
Além disso, aspectos posturais também podem influenciar no desenvolvimento da disfunção temporomandibular, uma vez que os nervos que percorrem na região cervical, também atingem a ATM, provocando as dores no maxilar.
Através dos relatos do paciente, além de um teste clínico no qual o quiropraxista realiza uma avaliação dos músculos que fazem parte da articulação temporomandibular e da mandíbula em si, é possível determinar se há a presença de alguma disfunção que esteja comprometendo o funcionamento da região.
Em grande parte dos casos, a DTM pode estar relacionadas com problemas cervicais e o quiropraxista possui uma visão e abordagem globalizada, levando em consideração problemas na coluna ou outras disfunções articulares que podem estar causando o problema.
Caso o paciente possua exames prévios, como raio-x e ressonâncias, as informações contidas podem facilitar no diagnóstico e no plano de tratamento.
Durante o tratamento, ajustes na região da mandíbula e coluna cervical são feitos, a fim de restabelecer a harmonia e a comunicação neural com o sistema nervoso central.
O paciente já consegue sentir a diferença logo após as sessões, uma vez que o efeito dos ajustes quiropráticos proporcionam alívio e eliminam a tensão nos músculos e nervos da articulação temporomandibular.
Em adjuvante ao tratamento quiroprático, o quiropraxista pode indicar o paciente para um acompanhamento complementar junto a um ortodontista, caso o grau da disfunção seja muito elevado e necessite de uma intervenção cirúrgica.
Existem algumas dúvidas que muitos pacientes têm acerca do tratamento com Quiropraxia. Dentre as perguntas mais frequentes sobre DTM, estão:
Sim, sem dúvida. Os estalos na região sinalizam que há a presença de uma alteração na mandíbula, além da compressão de músculos responsáveis pelo movimento de mastigação. Caso isso seja recorrente, é de suma importância procurar o acompanhamento de um quiropraxista para avaliação.
Sim. O tratamento com Quiropraxia é 100% seguro, deste que seja feito com um profissional habilitado, o paciente pode perceber os efeitos já na primeira sessão. Todavia, para que os resultados a longo prazo sejam colhidos, é preciso manter visitas regulares ao consultório.
Caso o paciente não procure o tratamento adequado, as dores na mandíbula se tornam cada vez mais intensas e se irradiam para ouvidos e até mesmo na coluna. Outro problema diz respeito a alimentação, tendo em vista que o indivíduo fica incapacitado de abrir e fechar a boca para realizar esta ação.
Sim. O quiropraxista pode indicar o paciente para o acompanhamento junto a um ortodontista para a correção de problemas funcionais que exigem cirurgia ou o uso de aparelhos ortodônticos.
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